Battle Chasers

Joe Madureira é conhecido no meio artí­stico por ser um profissional preguiçoso. Eu também seria, se ganhasse o que ele ganha por cada capa que rabisca. E que rabiscos. Pioneiro de um dos gêneros de desenho mais badalados no mundo das histórias em quadrinhos de super-heróis nos últimos anos, uma mistura do mangá de poses exageradas com uma certa pitada de traços infantis e inocentes, descobriu os quadrinos quando tinha 7 anos de idade, e passou fome na escola ao economizar o dinheiro do lanche para comprar revistas. Continuar lendo Battle Chasers

Venom’s Taste

Poderes psiônicos, cordas, serpentes e sacerdotes de Hoar. Soa como uma boa salada mas no fim das contas se mostra uma leitura razoável na constelação de livros de Forgotten Realms. Primeiro de uma trilogia, algo comum em se tratando de fantasia medieval, Venom’s Taste foi convenientemente lançado na mesma época que dois suplementos para RPG que tratavam exatamente de dois dos temas abordados, numa espécie de “venda casada” do mundo do RPG. Continuar lendo Venom’s Taste

Dark Horse Book of Hauntings

Alguns anos atrás, a Dark Horse começou a lançar uma série de antologias em capa dura que não despertaram nenhum interesse em mim. Na minha opinião, os editores estavam se tentando se aproveitar dos fãs de Hellboy (que estavam famintos por material novo naquela época) juntando um curto e pouco empolgante conto do garoto vermelho criado por Mike Mignola a um monte de outras contribuições diversas. Minha lógica era a seguinte: eles eventualmente iriam juntar todas essa historinhas em uma graphic novel no futuro, então não era necessário me envolver com esse… me atrevo a dizer: embuste. Continuar lendo Dark Horse Book of Hauntings

Blacksilver (parte 3)

As coisas nem sempre saí­am como o planejado. Quem poderia adivinhar que um grupo de aventureiros humanos poderia ter ouvido falar daquela remota tumba e se antecipado í  incursão dos futuros heróis élficos? Prever o futuro nunca foi uma arte exata, Blacksilver sempre lembrava seu mestre. O súbito contratempo não teria causado problemas caso a ganância dos violadores de tumba fosse um pouco menor que o valor que davam í s vidas. Afinal de contas apenas as mãos de um paladino de Corellon poderia abrir o selo que guardava a relí­quia sagrada, e nenhum da raça bela integrava o bando de larápios que sabe-se lá como sobreviveu ao difí­cil caminho entre as montanhas. Continuar lendo Blacksilver (parte 3)